Ações da VALE PNA (VALE5) deixam GAP de baixa e rompem suporte

O ativo continua operando em forte tendência de baixa no curto prazo. Somente no mês de maio a VALE5 já corrigiu 9,87%.

No pregão da última segunda-feira (14/05), as ações da VALE5 abriram em GAP de baixa e romperam o suporte imediato na região de R$37,51. Os próximos suportes ficam em R$36,68, seguido de R$35,87.

O último candle fechou bem abaixo da banda inferior de bollinger e se os candles retornarem para dentro das bandas, pode ocorrer uma reversão dessa tendência de baixa. Além disso, o IFR (Índice de Força Relativa) atingiu a zona de sobrevenda em 27%, o que também pode sinalizar uma reversão de tendência para alta.

No campo de alta o ativo tem que romper a resistência de R$40,11 para buscar as regiões de R$42,24 e R$42,88.

Análise Gráfica da Vale PNA (VALE5)

Após forte impulsão altista que ocorreu no período de 10/04 até 18/04 as ações da VALE5 saíram de um fundo de R$38,86 até atingir um topo na região de R$42,88, o que representou uma alta de 10,34% em apenas 7 pregões. Em seguida, o ativo iniciou uma correção no curto prazo.

Para que volte a força compradora o ativo tem que romper a resistência imediata que fica em R$41,97. Se isso ocorrer o ativo pode retornar ao topo deixado em R$42,88. Se romper essa resistência de R$42,88, será formado um pivot de alta, o que pode abrir oportunidade de compra.

Já no campo de baixa, o papel consolidou um fundo em R$39,85 que passa a ser o suporte imediato no gráfico diário. Se perder esse suporte o ativo pode buscar as regiões de R$38,86, seguido de R$38,33.

Ações da Vale PNA (VALE5) sobem mais de 6% e fecham próximo da resistência

No pregão da última quinta-feira as ações da VALE5 fecharam com uma fortíssima alta de 6,07% cotadas a R$42,80, muito próximo da resistência imediata que fica em R$42,86 no gráfico diário.

O volume do último pregão ficou muito acima da média dos últimos 21 dias em R$1,53 Bilhões, sendo que a média do volume é de R$703 Milhões, o que pode dar forças na continuidade desse movimento altista.

Se o ativo romper essa resistência de R$42,86 irá encontrar no caminho 3 níveis de resistências próximas que ficam nas regiões de R$43,43, seguido de R$43,79 e R$44,30 conforme linhas traçadas no gráfico abaixo. Já no campo de baixa o suporte imediato ficou bem afastado na região de R$40,15.

Observem que as bandas de bollinger começaram a abrir para cima e o candle furou a banda superior, o que indica que se o volume dos próximos pregões continuar acima da média os candles podem percorrer essa banda superior fazendo com que o ativo suba ainda mais.

Próximos Suportes: R$40,15, R$39,32, R$38,48, R$37,64 e R$36,80.

Próximas Resistências: R$42,86, R$43,43, R$43,79, R$44,30.

 

Ações da Vale PNA (VALE5) cruzam Histograma MACD para cima

No gráfico diário a VALE5 o indicador Histograma MACD cruzou para cima, o que favorecem os comprados. Após consolidar um fundo em R$39,32 o ativo retomou o movimento de alta fechando um GAP na região de R$41,80 que funcionava como nível de resistência.

Os candles caminham rumo a resistência imediata que fica em R$43,43. Se romper essa resistência irá encontrar pelo caminho mais quatro níveis de resistências próximos em R$43,79, seguido de R$44,30, R$44,40 e R$44,95. Portanto, a VALE5 teria que superar a região dos R$44,95 para ganhar nova impulsão altista.

Já no campo de baixa os próximos níveis de suporte ficam em R$39,32, seguido de R$38,48, R$37,64 e R$36,80.

Análise Gráfica da Vale PNA (VALE5)

No pregão de 23/02/2012 o ativo testou pela quarta vez uma LTA (linha de tendência de alta) que funciona como forte nível de suporte na região de 41,80. Se o ativo fechar abaixo dessa região pode sinalizar uma reversão da tendência altista.

No campo de alta o ativo encontra resistência em 43,29, seguido de 43,79. Se romper essa segunda resistência o ativo irá encontrar mais 3 níveis de resistências próximos em 44,30, 44,40 e 44,95.

Lembrando que foi deixado um GAP de alta em 39,30 que ainda não foi fechado e funciona como nível de suporte.  Próximos Suportes: 41,38, 40,64 e 39,30 (GAP de alta).

Lucro da Vale em 2011 atinge recorde de R$ 37,814 bilhões

A mineradora Vale fechou 2011 com um lucro líquido recorde de R$ 37,8 bilhões e receita operacional de R$ 105,5 bilhões, também recorde. Foi um “desempenho financeiro extraordinário, o melhor de todos os tempos”, disse em comunicado o presidente da empresa, Murilo Ferreira. Em 2010, a companhia teve lucro de R$ 30,1 bilhões e receita de R$ 85,3 bilhões.

“Batemos vários recordes, a despeito de um ambiente econômico desafiador. A execução disciplinada de nossa estratégia e a performance das operações foram essenciais para que pudéssemos nos beneficiar da forte demanda global por minérios e metais”, acrescentou Ferreira.

No quarto trimestre, a empresa registrou uma receita operacional de R$ 27,7 bilhões, um crescimento de 2,76% ante o mesmo trimestre de 2010. O lucro líquido ficou em R$ 8,3 bilhões, 16,47% inferior ao do mesmo período do ano anterior.

A empresa também salientou no comunicado o recorde obtido nas vendas de minério de ferro e pelotas, que atingiram 303,7 milhões de toneladas no ano passado, um crescimento de 2,2% em relação a 2010.

Esse recorde se deve basicamente ao aumento das vendas para a Ásia, Oriente Médio e outras regiões, já que os embarques para a Europa, onde estão alguns dos principais clientes da companhia, tiveram queda no ano passado – de 58,9 milhões de toneladas em 2010 para 58,5 milhões de toneladas.

A China foi responsável por 44,1% dos embarques da Vale de minério de ferro e pelotas em 2011. Em 2010, a fatia da gigante asiática estava em 42,9%. Os clientes chinesas compraram 131,870 milhões de toneladas, ante 126,4 milhões de toneladas no ano anterior.

O balanço da mineradora mostra ainda que no quarto trimestre a China comprou 38,023 milhões de toneladas de minério de ferro e pelotas, volume 7,35% maior do que o do último trimestre de 2010, que somou 35,417 milhões de toneladas.

Investimentos

O comunicado divulgado pela empresa mostra ainda que em 2011 a Vale investiu US$ 17,994 bilhões, uma expansão de 41,6% em comparação com o ano anterior, mas 25% inferior ao programado pela companhia no final de 2010 (US$ 24 bilhões). No quarto trimestre do ano passado, os investimentos foram de US$ 6,686 bilhões.

A previsão de investimentos não se efetivou, de acordo com a Vale, por causa de obstáculos à implantação de projetos. Entre essas dificuldades, estão atrasos na emissão de licenças ambientais (como ocorre no projeto de mineração Serra Sul, em Carajás), carência de mão de obra qualificada e equipamentos.

Já no terceiro trimestre a mineradora divulgara que não chegaria ao nível de investimentos almejado. O programa de investimentos da Vale em 2012 prevê gastos de US$ 21,4 bilhões, dos quais 63,7% no Brasil.

A empresa informou que, em 2011, foram entregues cinco novos projetos – Onça Puma (ferroníquel, no Pará), Omã (duas usinas de pelotização), Moatize (carvão, em Moçambique), Estreito (hidrelétrica, na divisa dos Estados de Tocantins e Maranhão) e Karebbe (hidrelétrica, na Indonésia).

A companhia diz que este mês começou a operar na Baía de Subic, nas Filipinas, a primeira estação flutuante de transferência da companhia, que permite o transbordo total ou parcial dos produtos carregados pelos supercargueiros Valemax para navios menores. Com isso, a empresa pretende driblar as restrições impostas pelo governo chinês à entrada dos supernavios da Vale nos portos do país.

No mesmo comunicado em que se manifestou o presidente da Vale, o presidente do conselho de administração da mineradora, Ricardo Flores, comemorou os resultados financeiros.

“Em 2011, o retorno aos acionistas atingiu o valor recorde de US$ 12 bilhões, o que comprova que a Vale é uma empresa com excelente desempenho e enorme potencial. Tenho convicção de que a empresa continuará comprometida com a criação de valor de longo prazo e com o desenvolvimento sustentável das comunidades onde atua e do País”, afirmou Flores.

 

FONTE.

Ações da Vale PNA (VALE5) formam Ilha de Reversão de Topo

No gráfico diário a VALE5 formou uma Ilha de Reversão de Topo que é um padrão de reversão para baixa. Essa Ilha fica isolada por 2 GAPs, sendo o primeiro GAP de exaustão (final da tendência de alta) e o segundo GAP de continuidade da tendência de baixa. Observe que os candles do período de 01/02 a 09/02 ficaram isolados por esses dois GAPs conforme demonstrado no gráfico abaixo.

No último pregão o candle rompeu a média móvel exponencial de 9 períodos, o que abre espaço para buscar a região de 42,15 por onde passa a média móvel exponencial de 21 períodos.

Lembrando que esse ativo ainda possui 2 GAPs de alta abertos que funcionam como níveis de suporte nas regiões de 41,67 e 39,30.

Próximos Suportes: 41,67 (GAP), 40,64 e 39,30 (GAP). Próximas Resistências: 44,30, 44,40 e 44,95.

Ações da Vale PNA (VALE5) deixa terceiro GAP de alta aberto

Nos pregões de 17/01 e 31/01 a VALE5 deixou dois GAPs de alta que acabaram sendo GAPs de continuação de tendência impulsionando ainda mais o ativo para cima. Após a formação desses 2 GAPs no pregão de 01/02 o ativo deixa outro GAP de alta que pode ser um GAP de exaustão, ou seja, o final da tendência altista.

Observe que os últimos 2 candles estão praticamente alinhados pela máxima, o que indica que os compradores estão perdendo a força. Se o ativo iniciar uma correção nos próximos pregões será confirmado esse GAP de exaustão.

Lembrando que esses três GAPs de alta funcionam como níveis de suporte nas regiões de 42,69, 41,67 e 39,30.

O IFR (Índice de Força Relativa) atingiu a zona de sobrecompra em 74%, o que pode sinalizar uma reversão dessa alta.

Próximos Suportes: 42,69 (GAP), 41,67 (GAP), 40,64 e 39,30 (GAP). Próximas Resistências: 43,85, 44,40 e 44,95.

Análise Gráfica da Vale PNA (VALE5)

No curto prazo o ativo rompeu um triângulo ascendente para cima no pregão de 17/01 com volume acima da média, o que abriu oportunidade de compra. Após romper essa figura gráfica que é de continuidade de tendência foi consolidado um topo na região de 42,37 (máxima do candle de 26/01) e em seguida o ativo iniciou uma correção.

Apesar dessa correção os candles respeitam as médias móveis exponenciais de 9 e 21 períodos que funcionam como suportes nas regiões de 40,91 e 40,33 respectivamente. Enquanto essas médias de curto prazo não forem rompidas a tendência altista deve continuar. Lembrando que foi deixado um GAP de alta na região de 39,30 que funciona como nível de suporte.

Próximos Suportes: 40,64, 39,30 e 38,48. Próximas Resistências: 42,37, 42,48 , 43,07 e 43,85.

Análise Gráfica da Vale PNA (VALE5)

Após o fechamento do pregão de 17/01, o ativo fechou em alta de +4,10% praticamente na linha da resistência imediata que fica em 40,92. Se romper essa resistência será formado um novo pivot de alta, o que pode dar força compradora no ativo.

Importante comentar que no último pregão o ativo testou a MMA200 (média móvel aritmética de 200 períodos) que é uma média móvel de longo prazo. Se romper essa média móvel pode reverter a tendência de baixa.

Próximos Suportes: 38,48, 37,63 e 36,80. Próximas Resistências: 40,92, 41,59, 42,49 e 43,07.

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